Wilo Montanhas


Polua mais Pague menos
20/08/2008, 12:08 pm
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Esta afirmação do título é absurda, mas infelizmente é o que vemos no nosso país quando o assunto é a tributação e impostos sobre serviços e a produção industrial. Curioso sobre questões de reciclagem, em específico sobre as indústrias recicladoras, encontrei um estudo de 2002, sobre a viabilidade econômica de uma recicladora de plástico pet em uma cidade do interior mineiro. Pois bem, no final do estudo vem a pior parte. Se não bastasse a baixa lucratividade do negócio e os custos absurdos com eletricidade que um empresário desta área deve bancar (a energia elétrica representa, segundo o estudo, 46% do custo do negócio), ele ainda tem de encarar uma lógica bizarra de taxação.

Colo trecho do estudo a seguir: “A tributação é outro custo marcante e antiambientalista. A falta de incentivos governamentais à atividade de comércio de sucatas e reciclagem tem sido um obstáculo a um crescimento mais acentuado do setor. Na verdade desincentivos, que não são poucos na esfera tributária, a nível federal, estadual e mesmo municipal. Do ponto de vista Federal pode-se destacar o IPI dos plásticos reciclados (15%) versus o IPI da resina virgem (10%); um contra-senso, que talvez só possa se explicar pelos interesses cartelistas.”

Para quem não captou a mensagem, vamos deixar a coisa clara: o produtor de plástico – resina virgem – só paga 10% de imposto sobre produtos industrializados. Já o cara que tem todo o trabalho de recolher para reciclar o plástico que nós jogamos no lixo e que causa enorme estrago na natureza, paga 15% de imposto!!! Sensacional não? Quer dizer, o poder público está dizendo, “olha amigo produtor do plástico, fique tranquilo, você paga menos imposto mesmo que seu produto polua o mundo”, e para o outro lado diz, “você quer reciclar e ajudar a despoluir o ambiente?? Então pague mais imposto”.

Não tive tempo de procurar informações adicionais sobre o tema. Como o estudo é de 2002, pode ser que esta lógica tenha mudado, o que eu duvido fortemente.



K2: o que você não está lendo
15/08/2008, 12:04 pm
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Para quem ainda quer ler algo sobre o ocorrido no K2, traduzi um artigo de Fred Wilkinson, da Rock and Ice, que vale os 15 minutos de leitura. Em nossa página àvista.



baú
13/08/2008, 12:14 pm
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Divulgando…



BASE Solo 5.12+
11/08/2008, 11:36 am
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O americano Dean Potter acaba de mandar mais um solo extremo, desta vez na parede norte do Eiger, Suíça. O cara solou Deep Blue Sea (5.12+ / VIII Sup). Potter solou a via em livre usando apenas as sapatas, magnésio e um pára-quedas de BASE de 5 pounds nas costas. Segundo a nota da Climbing ele fez uma travessia até a via a partir da aresta noroeste do Eiger e solou a formação final da parede, levemente negativa, onde está o crux de 5.12+.

Dean optou por não escalar a parte inicial da via por causa de rochas soltas e pela altura, que não proporcionava uma queda com tempo suficiente para abrir o BASE.

Pela sua estratégia, mais “segura”, ele teria 15 segundos de vôo a partir das enfiadas mais altas da via, garantindo tempo para abrir o pára-quedas, no caso de uma queda.



O cordelete
01/08/2008, 10:39 pm
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Leia em nossa página àvista o conto de Fitz Cahall – O Cordelete – em uma tradução livre…salut.