
A cada dia, semana, ou mês, novas conquistas em paredes andinas e alpinas contribuem para o desenvolvimento da escalada extrema. No último post noticiamos o recorde de velocidade na Face Norte do Eiger, do suíço Ueli Steck, e agora, na patagônia, uma dupla de franceses (Christophe Dumarest e Aymeric Clouet) abriu a nova via no Fitz Roy: Chercheurs d’absolu – ou “Investigadores do absoluto”.
São 1.700 metros de 7a francês, e “passos com ajuda mínima de artificial que poderiam alcançar o 7c em livre”, segundo a reportagem de Desnivel.com. A janela de tempo bom da última temporada, fora do comum para as condições “normais” da região do Chaltén, ajudou no nascimento da nova via.
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O jornal francês Le Monde está já há algum tempo com uma edição brasileira e que mantém a reconhecida qualidade jornalística da matriz. Uma de suas edições passadas traz interessante matéria sobre impactos ambientais em escala global, e nosso modo de vida do consumo individual em detrimento do meio ambiente. Pois é, este é mais um post que nada tem a ver com montanhas, mas mostra algumas coisas que nós humanos fazemos no planeta, e que em nada colaboram para a permanência saudável das cadeias de montanhas na Terra. Aliás falando em cadeias de montanhas, saiu nestes dias outro relatório da ONU afirmando que o degelo das geleiras em áreas montanhosas foi recorde no ano passado. Segundo o documento, 2007 foi mais quente do que nunca, e derreteu as áreas geladas de maneira recorde. Bom pelo visto está próximo o dia em que teremos escadas rolantes até o topo do Everest e de outras montanhas por aí, sem gelo para “atrapalhar”. Que beleza. Clique aqui para ler a matéria do Le Monde – Apocalipse (Consumista) Now, em português.

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As razões pelo fechamento, segundo o governo chinês, são de proteção ambiental, porém, a reportagem do portal espanhol Desnível mostra que não é exatamente isso, já que o próprio governo chinês fez o “favor” construir uma estrada e quer também construir um hotel na base da montanha mais alta do mundo, medidas que têm nada de ambiental. As questões do fechamento parecem ser mesmo políticas. O Cho Oyu também está fechado até a data imposta.
A matéria mostra que o fechamento está relacionado ao descontentamento do governo chinês pelas diversas manifestações de ativistas a favor da liberdade do Tibet (país que a China domina violentamente há anos) e de alpinistas e montanhistas contra a travessia da tocha olímpica pelos Himalayas, já que é ano de jogos olímpicos, naquele país. A reportagem ainda traz exemplos de atrocidades que a “magnifíca e desenvolvida” China faz com seus compatriotas, cujas casas foram demolidas para dar lugar ao espaço que sediará os jogos olímpicos.
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